Vini cresceu em um ambiente criativo que moldou sua paixão pela arte, mas a vida adulta o afastou desse universo por 20 anos. Em 2023, um voluntariado no Havaí reativou sua essência artística, inspirando-o a viver da arte. Autodidata, combina técnicas e culturas para criar obras que refletem sua jornada de autodescoberta e resiliência. Suas criações carregam significados profundos, buscando ser visualmente atraentes, intelectualmente estimulantes e emocionalmente impactantes.




Rafael Otri, nascido em Salvador e graduando em BI-Humanidades (UFBA), é um artista multilinguagens que atua desde 2018, destacando-se na ilustração digital. Suas obras refletem sentimentos de paixão e crítica ao cenário socioambiental, com elementos de psicodelia. Alternando entre estranheza e beleza, suas obras utilizam uma paleta rica de cores e símbolos, criando composições visualmente marcantes e carregadas de signos postos.




Gab Dias, artista visual de Palmas, TO, vive no Rio de Janeiro, onde faz Mestrado em Arte e Cultura Contemporânea (UERJ). Formada em Artes Visuais (UnB) e Design Gráfico (IESB), participou de projetos como MUTHA (2021), IlustraDELAS (SP, 2022) e do VI Salão Palmense (TO, 2022). Em 2024, realizou residência artística com mentoria de Eustáquio Neves em Diamantina, MG. Sua arte explora ancestralidade, cultura afro-brasileira, religiões africanas e as ruas do Brasil.




Por meio de sua obra, Vidal busca revelar a profundidade do inconsciente humano, traduzindo sua natureza simbólica em formas visuais que dialogam com a universalidade das experiências humanas.


Vidal A. Pancera, natural de Belém do Pará, é um artista visual em formação, cursando o Bacharelado em Artes Visuais na UFJF desde 2020. Sua produção artística explora o imaginário inconsciente, utilizando técnicas como o desenho automático e práticas meditativas para acessar e expressar uma linguagem simbólica e ancestral.


Vilela nasceu em Campinápolis (MT) e viveu entre Goiás, Amazonas e Roraima, onde formou-se em Artes Visuais pela UFRR (2019–2023). Desde 2024, reside em São Paulo. Sua pesquisa atravessa corpos femininos, natureza, emoções e cartografias identitárias. Atua com pintura em suportes variados e investiga a dança como performance autobiográfica. Inspirada por lepidópteros, explora relações entre corpo e ambiente em intervenções urbanas, com lambe-lambes e stickers que aproximam arte, afeto e natureza.




Julia Esquerdo nasceu no Rio de Janeiro (RJ). É bacharela em Artes Visuais pela UERJ, onde atualmente cursa a Licenciatura e o Mestrado. Sua pesquisa investiga as relações entre corpo e natureza, questionando dicotomias antropocêntricas a partir de desenhos em nanquim e grafite. Partindo do universo do ballet clássico, seu trabalho tensiona a rigidez formal desse sistema disciplinar, buscando estados de ruptura, imperfeição e transformação do corpo na natureza.








Gustavo Leite (1997) é artista autodidata e designer gráfico. Desde criança apaixonado por desenhar, começou vendendo ilustrações de animes no recreio escolar. Com o tempo, expandiu sua prática para pintura em tela, explorando guache, acrílica e modelagem 3D. Inspirado por artistas como Goya, Otto Dix, Bosch, Portinari, Kentaro Miura, Takehiko Inoue e Junji Ito, encontrou força no caos e no lado obscuro da humanidade. Atualmente, trabalha sobretudo com nanquim e inicia incursões em óleo, explorando medos, falhas e preconceitos da sociedade.
Residente de Londrina, Paraná, Vinicius Botelho transforma temas sensíveis em obras de profundo impacto. Inspirado por Frida Kahlo, Michelangelo, Picasso, Chagall e Banksy, ele utiliza lápis, tinta de tecido misturada com café e tinta vermelha de tatuagem para criar texturas marcantes e atmosferas intensas. Suas criações abordam temas como abuso infantil e conflitos no Oriente Médio, desafiando o espectador a enxergar realidades ocultas. Sua arte é um espelho social, provocando reflexão e transformação.


Ricardo Martinez explora o desenho desde a infância, criando personagens influenciados pelo universo do terror e da ação. Fascinado pelo impacto das expressões visuais, seu trabalho é marcado pela experimentação de técnicas e materiais, desenvolvendo pincéis e instrumentos para novas texturas. Além de assinar capas de álbuns para mais de cinco bandas, sua série Olhos Negros reflete sua busca por intensidade estética e pelo lado obscuro da arte, revelando camadas de mistério e emoção.


ZheHan Nan, known as Fidel Nan, was born in China in 2001 and graduated from Shandong University of Arts in 2023 with a degree in Public Art. He is currently pursuing a master’s in Artistic Research and Creation at Complutense University of Madrid, Spain. Blending abstraction, symbolism, and raw expression, his work distorts the human form, weaving bold colors into visceral narratives. Layers of acrylics, oil pastels, and pigments create textured landscapes of tension and intimacy. Seeking to merge painting, tattoo art, and other media, he envisions immersive worlds that stir the soul and echo the unspoken.


Victor Hugo Reis, conhecido como Victhu, é um artista visual licenciado pela UFAM e mestre em Sociedade e Cultura na Amazônia. Atualmente cursa doutorado em Artes Visuais pela Unicamp. Natural de Manaus, explora temas amazônicos, políticos e existenciais por meio da pintura, desenho, fotografia e arte digital. Desde 2017, sua trajetória reflete um olhar introspectivo e universal, com obras que transcendem a linguagem verbal. Algumas de suas criações integram o acervo da Pinacoteca do Estado do Amazonas, consolidando sua relevância artística.




Alex Simiema Filho (Goiânia, 1993) é um pintor e artista têxtil brasileiro cuja prática artística se concentra em questões de identidade, território e fronteiras. Estudou pintura sob a tutela de André Almeida e Sousa na A BASE Escola de Arte, em Lisboa, onde também frequentou a Residência Artística Profissional por 3 anos. Alex expôs seu trabalho na Europa e no Brasil, participando do OpenUP Europe/New Hand Lab - Tufting Atelier; Refúgio Art & Craft - Largo Residências/Partis Art for Change - Fundação Calouste Gulbenkian; D.E.M.O Democracia, Eleições, Mentoria, Organização - Alternativas para a Europa/Cofinanciado pela União Europeia.




Clara Mayall é artista visual, formada em Artes Visuais (bacharelado) pela UERJ, onde atualmente cursa o mestrado. Sua pesquisa atravessa as fronteiras entre palavra e imagem, explorando temas como linguagem, desejo, identidade e os limites entre o confessional e o inconfessável. Clara busca uma expressão honesta e sensível de si mesma, utilizando múltiplas mídias, como desenho, pintura, videoarte, quadrinhos, livros de artista e zines. Seu trabalho propõe uma investigação poética e íntima sobre o ato de dizer, revelando tensões entre o subjetivo e o coletivo.




Guilherme Santini Biajo (Santo André, SP, 1993) é um artista visual cuja pintura transita entre o abstrato e o figurativo, com fatura visceral e atmosfera de suspense. Sua produção aborda temas como memória, realidade, desejo, fetiche e a materialidade do corpo. As obras exploram a tensão entre o visível e o oculto, criando formas que parecem emergir de sombras e luz. Combinando gestualidade e técnicas tradicionais, investiga a fragilidade da existência e a iminência do que nunca se revela por completo.






Anika Reichert is a Berlin-based visual artist whose abstract paintings explore emotional depth through visual clarity. She primarily works with acrylic, mixed media, and occasionally oil, employing a layered, intuitive process guided by rhythm and gesture. Her compositions range from soft and meditative to bold and vibrant, expressing both vulnerability and strength.
Raised in rural northern Germany, her sense of space and atmosphere was shaped by wide, open landscapes. Living with Long Covid has brought new intimacy and slowness to her practice. Anika’s work is part of private collections in Germany and Latin America, and continues to attract international collectors drawn to authenticity and emotional resonance.




Victoria Shintomi (2000) vive e trabalha no Rio de Janeiro, onde obteve a graduação em História da Arte pela UERJ. A artista se interessa na coleta de matérias orgânicas para criar seus trabalhos.
Pensando a natureza de forma imaginativa. Cavidades, buracos e espaços vazios de diferentes formatos e texturas também são um tema recorrente em seus trabalhos. Sua produção transita entre as técnicas de bordado, desenho, cerâmica, fotografia e gravura. Já integrou exposições coletivas no Centro Municipal de Artes Hélio Oiticica, Espaço Travessia e Galeria Candido Portinari.




Patricia Miranda desenvolve uma prática artística situada entre a pintura, o desenho e a pesquisa visual.
Designer gráfica e ilustradora, explora a luz, o gesto e a cor como pilares da construção da imagem, criando obras que transitam entre o figurativo e o simbólico. Com origem no universo da moda e do design de superfícies, entende a criação como um processo que começa no gesto do artista e se completa no olhar e no uso do outro princípio que também orienta sua pintura.




Luca é artista de caligrafitti, natural do interior de Santa Catarina, formado em Arquitetura e Urbanismo pela UniCesumar. Multiartista atuante desde 2020, destaca-se na produção de telas e murais, aliando arte, design de interiores e o desenvolvimento de identidades e estéticas de ambientes. Seu trabalho utiliza técnicas mistas de caligrafitti e pintura organográfica, com forte influência da arte urbana, de rua e do movimento underground. As obras carregam simbologias marcantes, traços fluidos e narrativas inspiradas nas línguas e alfabetos do mundo, convidando a uma observação sensível, mística e de interpretação livre por cada observador.




Natural de Santa Catarina, Raoni é artista plástico e muralista, destacando-se na pintura à óleo. Suas obras resgatam a estética dos grandes mestres do renascimento e do barroco mesclando com técnicas abstratas da arte contemporânea. As artes de Raoni refletem principalmente a sensibilidade da figura humana inspiradas em sentimentos reais, criando composições que contrastam força e delicadeza, luz e sombra, matéria e emoção. Seu trabalho investiga o corpo e o olhar como territórios simbólicos, onde o clássico dialoga com o gestual e o intuitivo. Com uma pintura de forte presença estética e narrativa, Raoni constrói imagens que convidam o observador à contemplação e à introspecção, estabelecendo uma ponte entre tradição e contemporaneidade.




Carolina é artista visual formada em Design de Moda. Cresceu cercada por arte, música e referências visuais, construindo um trabalho sensível e autoral. Seu universo criativo une a figura feminina e a botânica, explorando temas como conexão, identidade e emoção.
Em composições que aproximam mulheres e plantas, suas obras convidam a sentir e a perceber nuances do imaginário. Alternando técnicas manuais e digitais, Carolina cria imagens que provocam contemplação e diálogo sensível com a natureza e consigo mesma, gerando narrativas visuais poéticas e profundamente envolventes.
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